Posted by : A Estudante sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014


I Revolução Industrial ( séc XVIII)
Com berço na Inglaterra, tinha como principal fonte de energia o carvão mineral que era combustível da máquina a vapor. Alterou drasticamente o espaço geográfico dos países provocando urbanização e êxodo rural, sendo também responsável pelo agravamento das desigualdades sociais.
II Revolução Industrial (séc XIX)
O petróleo passou a ser a principal fonte de energia. A industrialização atingiu outras regiões como o Japão, os EUA, o Brasil e expandiu por toda a Europa, aumentando as disputas econômicas e ideológicas entre os países que foi a principal causa do Imperialismo( Neocolonialismo)  responsável pela exploração da Ásia e África. Além disso, motivou a I e a II Guerra Mundial.
O principal modo de produção era o Fordismo, que baseava-se na divisão de tarefas e em uma produção altíssima com presença de grandes estoques.
III Revolução Industrial ( pós II Guerra Mundial)
As técnicas de transporte e comunicação foram responsáveis pela flexibilização da produção e por uma nova divisão de trabalho no globo ( as sedes e os centros de desenvolvimento tecnológico ficam nos países já industrializados antes e as industrias vão para os países periféricos).
O principal modo de produção é o Toyotismo que tem como técnica de produção a chamada “just in time”, fabrica-se o produto de acordo com a demanda do mercado evitando a desvalorização do produto e  os grandes estoques.
Além disso, houve uma valorização do desenvolvimento cientifico, favorecendo o surgimento de tecnopólos nas áreas próximas aos centros de pesquisas e universidades.
Tecnopólos
São áreas com importantes centros de pesquisas e empresas focadas no desenvolvimento tecnológico. O mais famoso é o Vale do Silício nos Estados Unidos, onde estão presentes as principais empresas de informática e computação do mundo como Microsoft, Apple, Google e Facebook. No Brasil, os principais são em São José dos Campos, onde está o ITA, a EMBRAER e o INPE, em Campinas( Unicamp, IBM, HP e outras empresas), São Carlos( USP e UFSCAR), Nova Friburgo ( desenvolvimento têxtil), Santa Rita do Sapucaí( eletrotécnica).
Tigres Asiáticos e Novos Tigres Asiáticos
Os primeiros são Cingapura, Coréia do Sul, Hong Kong e Taiwan. Realizaram pesados investimentos a partir da década de 1970 na educação formando uma mão de obra altamente qualificada e na indústria naval para viabilizar exportação em larga escala.
Os novos são Vietnã, Camboja, Tailândia, Malásia, Filipinas, Indonésia e Laos. Seguiram o modelo chinês de industrialização, oferecendo mão de obra barata e recursos para instalação de industrias no seu território, diante disso apresentam problemas sociais parecidos com os da China e de outros países em desenvolvimento.
China
A partir de 1978 no governo de Deng Xiaoping houve uma abertura econômica formando as ZEEs ( Zonas Econômicas Especiais), cidades litorâneas escolhidas pelo governo para receber investimentos de multinacionais. A China é protecionista exigindo que as empresas repassem tecnologias, porém continua recebendo investimentos devido a mão de obra barata e abundante e ao descaso com leis ambientais.
Índia

 A Índia apresenta duas grandes vantagens para as multinacionais: mão de obra barata e qualificada( o governo faz pesados investimentos em informática) e uma da línguas oficiais é o inglês, o que permite não só a instalação de indústrias como também de centros de tele atendimento.
Brasil
1ª fase( de 1500 até 1808): pequenas indústrias domesticas e têxtil, eram distantes e isoladas uma da outra não havendo um surto industrial.
2ª fase(1808 a 1930): pequenas fábricas de produção de bens não duráveis em regiões já urbanizadas do país devido a infraestrutura.
3ª fase( 1931 a 1955): a Crise de 29 foi o estopim da industrialização, foi necessário aumentar a produção de bens não duráveis e surgiram a industrias de base (CSN, Vale do Rio Doce). Houve uma melhora nas leis trabalhistas e pesados investimentos em infraestrutura,. Porém, a industrialização ficou concentrada no sudeste do país, aumentando as desigualdades espaciais.
4ª fase( Período JK): abertura da indústria para multinacionais e produção de bens de consumo duráveis (carros, eletrodomésticos). Tentativa de industrializar as demais regiões do país com a criação das superintendências regionais(SUDENE, SUDAM).
5ªfase( Milagre Econômico): o Estado supervisionava as relações econômicas e era protecionista, aumentando e diversificando a produção nacional devido as dificuldades de importação. O tal milagre desacelerou a partir do 1º Choque do Petróleo.
6ª fase( 1986-hoje): Modernização tecnológica, diversificação da produção e descentralização do eixo Rio-São Paulo-Minas devido ao encarecimento da mão de obra dessa região e a guerra fiscal (os municipais buscam atrair industrias com a redução de impostos).

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